Gestão Ambiental apresenta eficiência na resolução de problemas relacionados à sinalização de obras


Ações são executadas por meio do Subprograma de Readequação e Sinalização de Tráfego Durante as Obras


Dirigir, seja onde for, exige atenção. E numa via em obras, os cuidados precisam ser redobrados, assim como uma sinalização adequada para garantir o tráfego seguro de veículos e pedestres. É por esse motivo que existe o Subprograma de Readequação e Sinalização de Tráfego Durante as Obras, executando pela Gestão Ambiental da duplicação da BR-101 PE/AL/SE/BA.


O subprograma, que está inserido no Programa Ambiental para Construção (PAC), tem como objetivo cumprir o que estabelece o Artigo 94 do Código Brasileiro de Trânsito (CBT), que diz: “Qualquer obstáculo à livre circulação e à segurança de veículos e pedestres, tanto na via quanto na calçada, caso não possa ser retirado, deve ser devida e imediatamente sinalizado”.


Nesse sentido, a Gestão Ambiental atua na identificação dos pontos deficitários e adequados de sinalização nos trechos da rodovia em obras, que acontece por meio de vistorias semanais. São realizadas ainda, trimestralmente, vistorias noturnas ao longo dos mais de 600 quilômetros do empreendimento. Até o presente momento, das 129 ocorrências identificadas, 123 foram atendidas, o que representa 95% de ocorrências solucionadas.

As vistorias são documentadas em relatórios, que contribuem com a melhoria contínua da sinalização da duplicação da BR-101. As principais ocorrências verificadas pela equipe consistem no desgaste da sinalização, acúmulo de poeira nas placas, vegetação no entorno que dificulta a visualização das informações, refletividade das placas, trechos que necessitem de uma maior atenção, extravio e/ou danos aos dispositivos.


“Ao longo de quase 11 anos de atuação da Gestora Ambiental, as vistorias relacionadas ao subprograma têm garantido resultados positivos à população que mora próxima à rodovia, usuários da BR-101 e colaboradores dos consórcios que executam as obras, como redução do número de acidentes e melhores condições de trafegabilidade”, destacou Amilton Botelho, tecnólogo em segurança do trabalho e um dos responsáveis pelo subprograma.


Na prática, nos trechos em obras, é feito um diálogo com os consórcios para apresentar a situação encontrada e buscar soluções para corrigir o problema. Caso não seja solucionado, são gerados documentos de não conformidade encaminhados às construtoras e ao DNIT informando sobre a ocorrência. Nos locais sem obras, também supervisionados pela Gestão Ambiental, o DNIT mantém contratos específicos que visam assegurar a manutenção da sinalização rodoviária.


Embora a atuação da Gestora seja de fiscalizadora, a relação com os consórcios é de diálogo constante e parceria, onde estes reconhecem a importância das ações de monitoramento. “Esse feedback, para nós, é muito importante e a atuação em parceria mostra a seriedade do trabalho, fundamental para que tenhamos ótimos resultados, com uma rodovia bem sinalizada e segura para todos”, destacou Erivan Oliveira, que atua como gestor de Qualidade, Saúde, Meio Ambiente e Segurança (QSMS) em um dos lotes do empreendimento.


Cidadãos também monitoram


Não é só pelas vistorias em campo que a Gestão Ambiental tem conhecimento sobre a situação da sinalização. Por meio dos canais da Ouvidoria da Gestão Ambiental, a equipe do subprograma também é informada pelos usuários da rodovia e pessoas que moram nas proximidades a respeito das condições em que se encontra a sinalização nos trechos em obras.


“A Ouvidoria tem um papel muito importante para garantir um olhar mais abrangente na identificação das falhas na sinalização do empreendimento e, assim, buscamos resolver o que nos é apresentado. Tanto é que, das 25 ocorrências registradas pela ouvidora, 24 foram resolvidas”, explicou Amilton.

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